Arborização Urbana

13/06/2017 16:25

 

Arborização Urbana       

        Fabiana de Queiroz Miranda - Engenheira Florestal  Responsável Técnica pelo Viveiro de mudas do Instituto da Árvore -IA

Entrevista com Fabiana Miranda, Eng. Florestal, pós graduada em Manejo Florestal, Homeopatia e plantas medicinais. Foi coordenadora de gestão ambiental da Prefeitura de Ubatuba na gestão passada e é responsável técnica pelo Viveiro de mudas do Instituto da Árvore-IA.

 

 

Quais são os objetivos e metas da Prefeitura de Ubatuba, em relação à arborização urbana?

 

A prefeitura de Ubatuba possui o Plano Municipal de Arborização Urbana, Lei Municipal 3531/12, que versa sobre as diretrizes da arborização Urbana.

O Objetivo é ter um reordenamento paisagístico, com a adequação das espécies arbóreas nativas ao meio urbano com a participação e o envolvimento da comunidade. Uma vez que a cidade não foi planejada urbanisticamente, repensar o seu paisagismo se torna necessário tanto para segurança, quanto para o embelezamento, conforto térmico e a qualidade de vida do modo geral.

Desde o ano de 2013 foi iniciado, nas principais avenidas, o plantio de Ipês, sendo plantados cerca de 300 exemplares no centro da cidade. Já nos bairros, como no  Saco da Ribeira, foi realizada a reurbanização da Avenida da Ribeira, sendo plantados cerca de 250 exemplares nativos ao longo do canteiro central, com a participação da comunidade local.  

Existe o programa adote o verde onde cidadãos, em parceria com a prefeitura, adotam uma praça e planejam os espaços, o plantio e a infraestrutura, tornando o espaço da praça uma área de convivência.

Foi desenvolvido um trabalho de plantio de árvores, junto às escolas e as unidades do Município, chamado “Pomares Urbanos”, onde são plantadas árvores frutíferas nativas em parceria com os estudantes. No Centro Poliesportivo do Bairro do Ipiranguinha foram plantadas 200 arvores frutíferas nativas.

A ação mais recente foi no Festival da Mata Atlântica, em junho de 2016, em uma atividade com a guarda mirim do município, foram plantadas 200 árvores nativas na Praça Portuguesa, no Bairro da Estufa II.

Existe também o programa permanente de doação de mudas nativas, pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, onde o munícipe é orientado a plantar nas calçadas de acordo com a legislação vigente.

Durante esses 4 anos foram plantadas no município cerca de 4 mil árvores nativas.

 

Quais as dificuldades para implementar estas práticas em Ubatuba?

 

A dificuldade é de disponibilidade de recursos orçamentários, financeiros e humanos para realização das atividades e, por não termos um planejamento urbanístico, o reordenamento paisagístico se torna mais complexo e caro.

 

Em linhas gerais poderia explicar o conceito de Arborização Urbana e Floresta Urbana?

 

Arborização Urbana, “ato ou efeito de arborizar”, ação ou resultado do plantio ou da manutenção de árvores. É caracterizada por arvores isoladas ou pequenos grupos presentes em quase toda malha urbana, incluindo áreas predominantemente edificadas. São cultivadas, planejadas, afetam e são afetadas pelo ambiente como individuo. A Arborização urbana acontece em atividades de ruas, praças e outros espaços deste tipo, como canteiros e jardins.

A definição Floresta Urbana “Urban Forest”, surgiu inicialmente no Canadá, citada por Erik Jorgensen (1970), sua composição não é caracterizada por indivíduos isolados. As florestas nas cidades geralmente estão em áreas maiores e continuas e constituem ecossistemas característicos, com o estabelecimento de relações especificas com o solo, água, nutrientes, a fauna e outros componentes ambientais. As relações, funções

e benefícios para as comunidades presentes também são específicas, como áreas de lazer, parques ou unidades de conservação.

 

Quais são os benefícios da arborização urbana para as pessoas e o ecossistema , em termos de qualidade de vida, saúde física, mental e patrimônio hídrico?

 

A Arborização urbana desempenha diferentes e importantes funções que se inter-relacionam como:  ecológica - através da capacidade de redução dos materiais tóxicos particulados e sua incorporação nos ciclos biogeoquímicos; à manutenção do microclima, da fauna e das altas taxas de evapotranspiração. Sua função estética se refere ao belo, formoso e agradável; à função de lazer e psicológica - descanso, ócio ou passatempo; a função social e educacional, a partir de espaços como ambiente para o desenvolvimento de atividades educativas, extraclasse e de programas de educação ambiental. Estas funções amenizam as consequências negativas da urbanização e contribuem para a melhoria da saúde da população e do ambiente físico. Os benefícios, gerados a partir das áreas verdes, podem proporcionar ao homem das cidades a melhoria do controle da poluição do ar e acústica, o aumento do conforto ambiental, a estabilização de superfícies por meio da fixação do solo pelas raízes das plantas, abrigo à fauna, equilíbrio do índice de umidade no ar, além da proteção das nascentes e dos mananciais, a organização e composição de espaços no desenvolvimento das atividades humanas, valorização visual e ornamental do ambiente, recreação e diversificação da paisagem construída. O contato da população com elementos naturais, nessas áreas arborizadas, propiciam o alívio das tensões e o estresse do cotidiano de trabalho, por meio do relaxamento e descontração, gerando qualidade de vida e bem-estar.

 

Qual sua avaliação sobre o potencial dos espaços públicos de Ubatuba e do Litoral Norte para contemplar projetos de arborização urbana?

 

Estamos em uma região privilegiada, cercada de floresta atlântica contínua, de acordo com o Atlas dos Municípios da Mata Atlântica. As três cidades, Ubatuba, São Sebastião e Ilha Bela, têm entre 84% e 85% de cobertura vegetal. Vemos floresta ao abrir a janela, no final da rua, ao longo da estrada. Essa maravilhosa realidade nos proporciona riqueza e segurança, enquanto disponibilidade de recurso natural, mas, por outro lado, existe um certo comodismo quanto à arborização urbana e, consequentemente, esta não entra na lista de prioridades dos municípios, uma vez que temos floresta para todo lado. Em Ubatuba temos muitos espaços potenciais para arborização urbana, não somente com o plantio de árvores, mas pensando em arborização urbana para criação de espaços de convivência, de promoção da saúde, esporte e lazer. Precisamos trabalhar para despertar essa importância e viabilizar recursos para implantação.

 

Em 3 de junho de 2009 o Estado de São Paulo promulgou a lei 13.575, que institui a Semana de Arborização Voluntária. Quais seriam as diretrizes adequadas para compatibilizar o plantio pelos espaços urbanos e rurais?

 

Toda Lei vem para ordenar e criar normas que contribuem para direcionar e fortalecer as ações. A arborização urbana, numa visão mais ampla, não necessita somente de orientações técnicas, normas e planejamento, mas principalmente de consciência,  envolvimento e participação dos cidadãos e cidadãs que desfrutarão dos benefícios desses espaços, tendo em vista a adequação ao publico e realidades locais. Portanto, é interessante que cada município estabeleça suas normas e leis.


 

Quais as melhores espécies para calçadas, já que é muito comum o problema de árvores que destroem o pavimento?

 

No Município de Ubatuba estamos trabalhando somente com o plantio de espécies nativas da Mata Atlântica. As espécies têm que estar adequadas à metragem do calçamento, respeitando acessibilidade. As espécies mais indicadas são: pitangueira, araçás, aroeira, ipês, cereja- do –mato, quaresmeira, manacá, grumixama, clusia, urucum, erythrina, cabeludinha, cambuci e abiu.

 

A arborização urbana é uma atribuição dos poderes públicos, mas empresas e organizações sociais também poderiam participar de um eventual projeto municipal ou até regional de arborização urbana no Litoral Norte, incluindo miniflorestas para atrair pássaros também. Seria esta iniciativa muito difícil, um sonho?

 

É um sonho, mas não é difícil. O que falta é priorizar, juntar forças e construir projetos para levantar recursos. As prefeituras recebem doação de mudas, a partir da compensação ambiental e algumas possuem viveiros. O poder público tem as plantas,  os técnicos e também toda uma comunidade necessitando de espaços agradáveis, de convivência e lazer.

 

O Instituto da Árvore - IA, através do Projeto Viveiro-IA, patrocinado pelo programa Petrobrás Socioambiental, inaugurou seu próprio Viveiro de Mudas  onde produz mudas de espécies arbóreas nativas da Mata Atlântica, sendo algumas indicadas para arborização urbana. Estas mudas, além de estarem disponíveis para comercialização, são doadas e plantadas em diversos eventos e mutirões de plantio, em praças, escolas, comunidades tradicionais entre outras. Também, através deste patrocínio e em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o Instituto da Árvore realiza nas escolas de Ubatuba uma série de oficinas de Educação Ambiental com o tema “Árvore fonte de vida”.

 

O Instituto da Árvore - IA, através do Projeto Viveiro-IA, patrocinado pelo programa Petrobrás Socioambiental, inaugurou seu próprio Viveiro de Mudas  onde produz mudas de espécies arbóreas nativas da Mata Atlântica, sendo algumas indicadas para arborização urbana. Estas mudas, além de estarem disponíveis para comercialização, são doadas e plantadas em diversos eventos e mutirões de plantio, em praças, escolas, comunidades tradicionais entre outras. Também, através deste patrocínio e em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o Instituto da Árvore realiza nas escolas de Ubatuba uma série de oficinas de Educação Ambiental com o tema “Árvore fonte de vida”.

Mutirão de plantio de mudas  realizado pelo Instituto da Árvore na praça do Parque dos Ministérios

 

Arborização Urbana       

        Fabiana de Queiroz Miranda - Engenheira Florestal  Responsável Técnica pelo Viveiro de mudas do Instituto da Árvore -IA

Entrevista com Fabiana Miranda, Eng. Florestal, pós graduada em Manejo Florestal, Homeopatia e plantas medicinais. Foi coordenadora de gestão ambiental da Prefeitura de Ubatuba na gestão passada e é responsável técnica pelo Viveiro de mudas do Instituto da Árvore-IA.

 

 

Quais são os objetivos e metas da Prefeitura de Ubatuba, em relação à arborização urbana?

 

A prefeitura de Ubatuba possui o Plano Municipal de Arborização Urbana, Lei Municipal 3531/12, que versa sobre as diretrizes da arborização Urbana.

O Objetivo é ter um reordenamento paisagístico, com a adequação das espécies arbóreas nativas ao meio urbano com a participação e o envolvimento da comunidade. Uma vez que a cidade não foi planejada urbanisticamente, repensar o seu paisagismo se torna necessário tanto para segurança, quanto para o embelezamento, conforto térmico e a qualidade de vida do modo geral.

Desde o ano de 2013 foi iniciado, nas principais avenidas, o plantio de Ipês, sendo plantados cerca de 300 exemplares no centro da cidade. Já nos bairros, como no  Saco da Ribeira, foi realizada a reurbanização da Avenida da Ribeira, sendo plantados cerca de 250 exemplares nativos ao longo do canteiro central, com a participação da comunidade local.  

Existe o programa adote o verde onde cidadãos, em parceria com a prefeitura, adotam uma praça e planejam os espaços, o plantio e a infraestrutura, tornando o espaço da praça uma área de convivência.

Foi desenvolvido um trabalho de plantio de árvores, junto às escolas e as unidades do Município, chamado “Pomares Urbanos”, onde são plantadas árvores frutíferas nativas em parceria com os estudantes. No Centro Poliesportivo do Bairro do Ipiranguinha foram plantadas 200 arvores frutíferas nativas.

A ação mais recente foi no Festival da Mata Atlântica, em junho de 2016, em uma atividade com a guarda mirim do município, foram plantadas 200 árvores nativas na Praça Portuguesa, no Bairro da Estufa II.

Existe também o programa permanente de doação de mudas nativas, pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, onde o munícipe é orientado a plantar nas calçadas de acordo com a legislação vigente.

Durante esses 4 anos foram plantadas no município cerca de 4 mil árvores nativas.

 

Quais as dificuldades para implementar estas práticas em Ubatuba?

 

A dificuldade é de disponibilidade de recursos orçamentários, financeiros e humanos para realização das atividades e, por não termos um planejamento urbanístico, o reordenamento paisagístico se torna mais complexo e caro.

 

Em linhas gerais poderia explicar o conceito de Arborização Urbana e Floresta Urbana?

 

Arborização Urbana, “ato ou efeito de arborizar”, ação ou resultado do plantio ou da manutenção de árvores. É caracterizada por arvores isoladas ou pequenos grupos presentes em quase toda malha urbana, incluindo áreas predominantemente edificadas. São cultivadas, planejadas, afetam e são afetadas pelo ambiente como individuo. A Arborização urbana acontece em atividades de ruas, praças e outros espaços deste tipo, como canteiros e jardins.

A definição Floresta Urbana “Urban Forest”, surgiu inicialmente no Canadá, citada por Erik Jorgensen (1970), sua composição não é caracterizada por indivíduos isolados. As florestas nas cidades geralmente estão em áreas maiores e continuas e constituem ecossistemas característicos, com o estabelecimento de relações especificas com o solo, água, nutrientes, a fauna e outros componentes ambientais. As relações, funções

e benefícios para as comunidades presentes também são específicas, como áreas de lazer, parques ou unidades de conservação.

 

Quais são os benefícios da arborização urbana para as pessoas e o ecossistema , em termos de qualidade de vida, saúde física, mental e patrimônio hídrico?

 

A Arborização urbana desempenha diferentes e importantes funções que se inter-relacionam como:  ecológica - através da capacidade de redução dos materiais tóxicos particulados e sua incorporação nos ciclos biogeoquímicos; à manutenção do microclima, da fauna e das altas taxas de evapotranspiração. Sua função estética se refere ao belo, formoso e agradável; à função de lazer e psicológica - descanso, ócio ou passatempo; a função social e educacional, a partir de espaços como ambiente para o desenvolvimento de atividades educativas, extraclasse e de programas de educação ambiental. Estas funções amenizam as consequências negativas da urbanização e contribuem para a melhoria da saúde da população e do ambiente físico. Os benefícios, gerados a partir das áreas verdes, podem proporcionar ao homem das cidades a melhoria do controle da poluição do ar e acústica, o aumento do conforto ambiental, a estabilização de superfícies por meio da fixação do solo pelas raízes das plantas, abrigo à fauna, equilíbrio do índice de umidade no ar, além da proteção das nascentes e dos mananciais, a organização e composição de espaços no desenvolvimento das atividades humanas, valorização visual e ornamental do ambiente, recreação e diversificação da paisagem construída. O contato da população com elementos naturais, nessas áreas arborizadas, propiciam o alívio das tensões e o estresse do cotidiano de trabalho, por meio do relaxamento e descontração, gerando qualidade de vida e bem-estar.

 

Qual sua avaliação sobre o potencial dos espaços públicos de Ubatuba e do Litoral Norte para contemplar projetos de arborização urbana?

 

Estamos em uma região privilegiada, cercada de floresta atlântica contínua, de acordo com o Atlas dos Municípios da Mata Atlântica. As três cidades, Ubatuba, São Sebastião e Ilha Bela, têm entre 84% e 85% de cobertura vegetal. Vemos floresta ao abrir a janela, no final da rua, ao longo da estrada. Essa maravilhosa realidade nos proporciona riqueza e segurança, enquanto disponibilidade de recurso natural, mas, por outro lado, existe um certo comodismo quanto à arborização urbana e, consequentemente, esta não entra na lista de prioridades dos municípios, uma vez que temos floresta para todo lado. Em Ubatuba temos muitos espaços potenciais para arborização urbana, não somente com o plantio de árvores, mas pensando em arborização urbana para criação de espaços de convivência, de promoção da saúde, esporte e lazer. Precisamos trabalhar para despertar essa importância e viabilizar recursos para implantação.

 

Em 3 de junho de 2009 o Estado de São Paulo promulgou a lei 13.575, que institui a Semana de Arborização Voluntária. Quais seriam as diretrizes adequadas para compatibilizar o plantio pelos espaços urbanos e rurais?

 

Toda Lei vem para ordenar e criar normas que contribuem para direcionar e fortalecer as ações. A arborização urbana, numa visão mais ampla, não necessita somente de orientações técnicas, normas e planejamento, mas principalmente de consciência,  envolvimento e participação dos cidadãos e cidadãs que desfrutarão dos benefícios desses espaços, tendo em vista a adequação ao publico e realidades locais. Portanto, é interessante que cada município estabeleça suas normas e leis.


 

Quais as melhores espécies para calçadas, já que é muito comum o problema de árvores que destroem o pavimento?

 

No Município de Ubatuba estamos trabalhando somente com o plantio de espécies nativas da Mata Atlântica. As espécies têm que estar adequadas à metragem do calçamento, respeitando acessibilidade. As espécies mais indicadas são: pitangueira, araçás, aroeira, ipês, cereja- do –mato, quaresmeira, manacá, grumixama, clusia, urucum, erythrina, cabeludinha, cambuci e abiu.

 

A arborização urbana é uma atribuição dos poderes públicos, mas empresas e organizações sociais também poderiam participar de um eventual projeto municipal ou até regional de arborização urbana no Litoral Norte, incluindo miniflorestas para atrair pássaros também. Seria esta iniciativa muito difícil, um sonho?

 

É um sonho, mas não é difícil. O que falta é priorizar, juntar forças e construir projetos para levantar recursos. As prefeituras recebem doação de mudas, a partir da compensação ambiental e algumas possuem viveiros. O poder público tem as plantas,  os técnicos e também toda uma comunidade necessitando de espaços agradáveis, de convivência e lazer.

 

O Instituto da Árvore - IA, através do Projeto Viveiro-IA, patrocinado pelo programa Petrobrás Socioambiental, inaugurou seu próprio Viveiro de Mudas  onde produz mudas de espécies arbóreas nativas da Mata Atlântica, sendo algumas indicadas para arborização urbana. Estas mudas, além de estarem disponíveis para comercialização, são doadas e plantadas em diversos eventos e mutirões de plantio, em praças, escolas, comunidades tradicionais entre outras. Também, através deste patrocínio e em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o Instituto da Árvore realiza nas escolas de Ubatuba uma série de oficinas de Educação Ambiental com o tema “Árvore fonte de vida”.

 

O Instituto da Árvore - IA, através do Projeto Viveiro-IA, patrocinado pelo programa Petrobrás Socioambiental, inaugurou seu próprio Viveiro de Mudas  onde produz mudas de espécies arbóreas nativas da Mata Atlântica, sendo algumas indicadas para arborização urbana. Estas mudas, além de estarem disponíveis para comercialização, são doadas e plantadas em diversos eventos e mutirões de plantio, em praças, escolas, comunidades tradicionais entre outras. Também, através deste patrocínio e em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o Instituto da Árvore realiza nas escolas de Ubatuba uma série de oficinas de Educação Ambiental com o tema “Árvore fonte de vida”.

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